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DIA DAS MÃES

No Dia das Mães, Leoas Rubro-Negras contam histórias da maternidade; confira

13.05.2018

No Brasil, o Dia das Mães é comemorado tradicionalmente no segundo domingo do mês de maio. Em 2018, a data abriga outra grande comemoração: o aniversário de 119 anos do Esporte Clube Vitória. Neste domingo (13), a torcida Rubro-Negra também vai conhecer a história de quatro Leoas que esbanjam garra dentro e fora de campo.

Paty (meia), Evelyn Gadu (meia), Maryana (goleira) e Silvana (zagueira), são atletas do time de futebol feminino do Vitória. Em campo, as jogadoras vão muito bem. O time está invicto  no Brasileirão A-2 e possui a melhor defesa da competição (ainda não sofreu gol). Fora de campo, as quatro têm algo em comum além da profissão: são mamães.

                                           Paty, Evelyn, Maryana e Silvana

A jovem goleira Maryana, de 21 anos, é mãe do pequeno Raylan Miguel, de 2 anos. A atleta, que acumula passagens pela Seleção Brasileira Sub-20, pensou em parar de jogar ao descobrir que estava grávida e não esquece da alegria no momento do nascimento de Miguel. “Eu tinha 18 anos quando descobri que estava grávida. Pensei que ia acabar minha carreira no futebol, mas depois minha família foi me tranquilizando. Lutamos muito para ajustar as coisas e minha mãe me ajudou muito. Quando vi o rosto do meu filho, eu tive a certeza de que tudo valeu a pena e que não era o fim, mas sim o começo de uma nova história. Hoje ele mora com minha mãe, na ilha, mas todo fim de semana eu corro pra reencontrar ele, para matar a saudade e trocar esse carinho verdadeiro”, disse Maryana, que já enxerga Raylan Miguel como goleiro no futuro.

                                                          Maryana e Raylan Miguel

A experiente meia Patricia, de 39 anos, é mãe da esperta Maria Eduarda, de quatro anos. Paty, como é apelidada, conta que encontrar Duda foi a melhor coisa da sua vida. “Eu amo falar da minha filha, ela é um presente que Deus me deu. Quando Deus me colocou no caminho dela, Duda tinha apenas seis meses. Eu faço o possível e o impossível para dar o melhor pra minha pequena. Ela foi a melhor coisa que aconteceu em minha vida, Dudinha é muito carismática e cheia de amor para dar, é impossível não se apaixonar por ela. Ao lado da minha companheira e com a ajuda da vovó coruja, luto bastante para garantir um futuro melhor para minha pequena”, explicou Paty, que tem um enorme currículo no futebol mundial e já defendeu a Seleção de Guiné Equatorial.

                                                                               Paty e Maria Eduarda

Soteropolitana e campeã baiana pelo Vitória, a zagueira Silvana relembra com carinho do nascimento de Letícia, de três anos, e da primeira palavra da pequena. “Nunca vou esquecer o nascimento da minha filha. Foi marcante demais para mim, é um amor sem explicação. Também não esqueço de quando ela começou a falar. A primeira palavra foi ‘mamãe’ aí eu fiquei toda boba”, contou a zagueira.

                                                                       Silvana e Letícia

A meia Evelyn “Gadu” também gosta de lembrar das primeiras palavras do seu filho Théo, de 2 anos. Além de driblar as adversárias em campo, a meia precisa driblar a saudade: Théo mora com a avó em Serrolândia, interior da Bahia. “Sinto muita saudade do meu filho, mas sei que ele vai entender todo meu esforço para dar um futuro melhor pra ele. Amenizo a saudade com chamadas de vídeo, ligações, fotos. O amor que sinto por Théo é maior que tudo, nunca vou esquecer de quando ele começou a falar. A voz de criança, as palavras ainda emboladas que só uma mãe entende. Sou muito feliz e grata por tudo”, comentou a meia.

                                Evelyn Gadu com fotos do pequeno Théo

Para Maryana, Paty, Silvana, Evelyn e todas as mamães rubro-negras, o Esporte Clube Vitória deseja um feliz Dia das Mães e deseja que vocês continuem rugindo cada vez mais alto nos esportes, nas arquibancadas e na vida!

                                      Letícia, Raylan e Maria Eduarda